Em Macapá, uma sessão de cinoterapia uniu crianças atendidas pelo Creap e cães do Canil do Bope. A experiência foi feita para estimular bem-estar, afeto e novas respostas no desenvolvimento.
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O encontro aconteceu no Canil do Bope
A atividade foi realizada no Comando Geral da Polícia Militar, no bairro Beirol. O espaço recebeu crianças, profissionais de saúde e integrantes do Bope em uma manhã diferente e cheia de expectativa.
A proposta foi além da diversão
Os cães não estavam ali só para brincar. A interação foi pensada como parte do cuidado terapêutico, com estímulos que ajudam corpo, mente e emoções a trabalharem juntos.
O toque do animal muda a resposta
Segundo a equipe do Creap, o contato com os cães favorece a confiança e reduz tensões. Para muitas crianças, esse vínculo abre uma forma nova de se comunicar e reagir ao ambiente.
Brincar também faz parte da terapia
A cinoterapia usa o movimento, a atenção e a alegria do momento para criar estímulos positivos. Cada aproximação com os animais vira uma chance de interação e aprendizado.
Autismo pede estímulos certos
Para crianças com autismo, atividades assim podem ampliar o interesse pelo contato, pela escuta e pela convivência. O ambiente acolhedor ajuda a transformar ansiedade em curiosidade.
Saúde e segurança caminham juntas
A ação reuniu profissionais do Creap e militares do Bope em uma parceria pensada para acolher e cuidar. A união dos dois grupos fortaleceu a experiência e deu mais suporte às crianças.
Um momento que fica na memória
Entre olhares, aproximações e brincadeiras, a manhã ganhou um significado especial. A sessão mostrou como pequenas experiências podem gerar grandes avanços no bem-estar infantil.
Veja como foi a sessão em Macapá
Leia o artigo e entenda como a cinoterapia com cães do Bope impactou as crianças atendidas pelo Creap.